Política

Alerj debate tragédia que pode acontecer na Baía de Guanabara

Navio São Luiz | Foto: Reprodução

Os impactos causados à população pelas dezenas de navios abandonados e fundeados na Baía de Guanabara são o assunto da audiência pública que a Comissão de Saneamento Ambiental, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), irá realizar nesta quarta-feira (30/11).

No dia 14 deste mês, o navio São Luiz colidiu com a Ponte Rio-Niterói, ocasionando um tremor momentâneo na via. O acidente fechou a Ponte por mais de três horas para a avaliação da estrutura por engenheiros. Esse caso recente está sendo debatido, na sala 1801 do Edifício Lúcio Costa – sede da Alerj. A reunião conta com transmissão, ao vivo, pelo Youtube Alerj Digital. (Assista abaixo)

A Marinha, que investiga o caso com o navio São Luiz, informou que a embarcação está abandonada na Baía desde 2016. “O preocupante episódio felizmente não causou nenhuma fatalidade, mas não podemos permitir que aconteça novamente. O canal de São Francisco hoje é “cemitério” de embarcações abandonadas e precisamos ter clareza do que está sendo feito para que essa questão seja resolvida”, disse a deputada Lucinha (PSD), presidente da comissão.

A audiência conta com a participação do secretário estadual do Ambiente e Sustentabilidade, José Ricardo Brito, e do presidente do Instituto Estadual do Ambiente (INEA), Philipe Campello da Silva. Também estarão presentes representantes do Ibama, dos Ministérios Públicos estadual, federal e do trabalho, da Defensoria Pública, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade de Niterói, da EcoPonte, da Capitania dos Portos, da Companhia Docas do Rio, da Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio (Fiperj), da Federação de Pescadores do Estado do RIo (Feperj), da Colônia de Pescadores Z-10, do Instituto Internacional Arayara, do Movimento Baía Viva, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de pós-graduação e pesquisa de engenharia da UFRJ, da Confrem Brasil, do Comitê de Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara e da CEDEMar.

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