Novo valor da passagem de ônibus no RJ sobe e pegou muitos de surpresa
A passagem no Rio subiu de R$ 4,70 para R$ 5

O Rio de Janeiro passou a operar, nesta segunda-feira (26), três novas linhas de ônibus em caráter temporário, voltadas a quem circula entre o Centro e a Zona Sul, com foco no Leblon. As rotas funcionam como Linhas Experimentais de Coleta de Dados (LECD) e servem para medir demanda e desempenho antes de uma possível adoção definitiva.

Novas linhas de ônibus: o que muda a partir de 26 de janeiro

Autorizadas pela Prefeitura, as três operações começaram a rodar como LECD, ou seja, em formato de teste, para avaliar viabilidade técnica e demanda real de passageiros. Por isso, os trajetos podem ser ajustados ao longo do período experimental.

Ônibus Rio
Imagens / montagens: Rodrigo Gomes

Itinerários e operação das linhas LECD

LECD133: São Cristóvão x Leblon

  • Liga São Cristóvão ao Leblon.
  • Operação: Braso Lisboa.
  • Percurso citado: Elevado Paulo de Frontin e entorno da Lagoa.
  • O itinerário se aproxima do trajeto da linha 460, que vem registrando frequência irregular por dificuldades operacionais enfrentadas pela Real Auto Ônibus.

LECD134: Central do Brasil x Leblon (via Gávea)

  • Conecta a Central do Brasil ao Leblon, por meio da Gávea.
  • Operação: Transurb.

LECD135: Central do Brasil x Paula Matos (Santa Teresa)

  • Faz o percurso entre a Central do Brasil e Paula Matos, em Santa Teresa.
  • Operação: Transurb.

Resumo rápido das rotas (para salvar):

  • LECD133 — São Cristóvão ⇄ Leblon (Braso Lisboa)
  • LECD134 — Central do Brasil ⇄ Leblon (via Gávea) (Transurb)
  • LECD135 — Central do Brasil ⇄ Paula Matos (Santa Teresa) (Transurb)

Frota em operação e acompanhamento pelo app

Segundo dados do aplicativo Lá Vem o Ônibus, as três linhas já apareciam ativas nas primeiras horas do dia, com cerca de quatro veículos em operação em cada uma.

Por que são linhas temporárias e o que pode acontecer daqui para frente

Como se trata de um modelo experimental, as LECD foram implantadas de forma provisória. Durante os testes, a administração municipal pode promover ajustes de frota, horários e itinerários; além disso, se os resultados forem considerados satisfatórios, as rotas podem ser incorporadas de forma definitiva ao sistema regular, com nova numeração.

No curto prazo, a expectativa é que as novas linhas aliviem incertezas para quem depende do deslocamento entre Centro e Zona Sul, oferecendo alternativas enquanto os testes medem o que, de fato, funciona no dia a dia do passageiro.