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Foto: Divulgação

Uma mensagem enviada pela vítima à família, no Paraná, desencadeou uma operação que terminou com resgate e prisão em Copacabana, na Zona Sul do Rio. O caso expõe como um pedido de socorro pode mobilizar forças de segurança de diferentes estados — e salvar uma vida.

Prisão em flagrante em Copacabana após pedido do Paraná

Um homem de 30 anos foi preso em flagrante na terça-feira (3), em um apartamento em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, suspeito de manter uma mulher em cárcere privado. A ação foi feita por agentes da DAS (Delegacia Antissequestro) após solicitação de apoio da Base TIGRE (Delegacia Antissequestro do Estado do Paraná).

Mensagem à família acionou a polícia

Segundo as investigações, a vítima conseguiu enviar uma mensagem à família no Paraná, que procurou a polícia; a partir disso, a equipe do Rio foi acionada para realizar o resgate.

Investigação aponta restrição de liberdade, agressões e ameaças

De acordo com a apuração, a mulher era mantida no imóvel contra a própria vontade e teria sido submetida a agressões físicas, ameaças de morte e violência sexual. Ainda conforme o registro, ela estava impedida de manter contato com familiares e amigos e tinha a liberdade de locomoção restringida.

Como foi o resgate e o que a polícia apreendeu

As equipes localizaram o suspeito dentro do apartamento e realizaram a prisão sem resistência, conforme a polícia. No local, foram apreendidas substâncias entorpecentes e dois telefones celulares, que, de acordo com a apuração, seriam usados para atividades ilícitas.

Tentativa de corrupção entrou na autuação

Ainda segundo o registro, o homem teria oferecido dinheiro aos agentes para ser liberado, o que levou à autuação também por tentativa de corrupção.

Vítima sob proteção e lista de crimes na autuação

A vítima foi resgatada e encaminhada para atendimento, permanecendo sob proteção. O suspeito foi autuado em flagrante por cárcere privado, violência doméstica, estupro, ameaça, coação e tentativa de corrupção, e permanece à disposição da Justiça.

Apoio de inteligência na operação

A operação contou com apoio da SSISPEN (Subsecretaria de Inteligência do Sistema Penitenciário), que auxiliou nas diligências e na segurança da ação.

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