
O governador Cláudio Castro anunciou que o Rio de Janeiro vai firmar um acordo de cooperação com a Agência Dinamarquesa de Energia para ampliar projetos de energia eólica offshore. A iniciativa busca dar base técnica e institucional à transição energética, com foco em inovação, segurança regulatória e atração de investimentos para o estado.
Cooperação internacional mira energia eólica offshore no RJ
Segundo matéria publicada pelo Diário do Rio no dia 31 de janeiro, o comunicado foi apresentado como parte de uma estratégia mais ampla de modernização energética e desenvolvimento sustentável. Além disso, a proposta prevê intercâmbio técnico, capacitação profissional e planejamento regulatório, conectando experiência internacional e necessidades locais.
Logo no início do anúncio, o governo destacou que a cooperação envolve estudos de viabilidade, troca de experiências internacionais e a construção de políticas públicas voltadas à inovação. Por isso, a energia eólica no mar entra como eixo central de uma estratégia que pretende acelerar o que já estava em fase de planejamento e ampliar o alcance das iniciativas ambientais.
Experiência offshore do estado entra como vantagem competitiva
Cláudio Castro reforçou que o Rio de Janeiro já possui infraestrutura consolidada no setor offshore, resultado de décadas de atuação na indústria de petróleo e gás. Dessa forma, a proposta combina experiência industrial com visão de futuro, conectando capacidade instalada a uma agenda de energia limpa.
Transição energética ganha base técnica e institucional
A transição energética no Rio de Janeiro vem sendo tratada como prioridade estratégica pelo governo estadual. Além disso, Cláudio Castro destacou que a cooperação com a Agência Dinamarquesa de Energia oferece acesso a metodologias internacionais consolidadas e conhecimento técnico especializado em energia eólica offshore, o que reduz riscos e amplia a eficiência do planejamento.
Paralelamente ao anúncio, o estado também avançou em políticas públicas voltadas ao ordenamento territorial marinho e à organização de projetos energéticos. Portanto, a proposta é alinhar desenvolvimento econômico, preservação ambiental e inovação tecnológica, enquanto o planejamento antecipado ajuda a evitar conflitos regulatórios e ambientais.
O que o acordo pretende estruturar no estado
De acordo com o que foi apresentado, a cooperação não se limita à instalação de turbinas no mar. Ela inclui, por exemplo:
- desenvolvimento tecnológico para apoiar projetos do setor;
- capacitação de equipes técnicas envolvidas na agenda energética;
- apoio na formulação de normas regulatórias e diretrizes públicas;
- fortalecimento de um ambiente de segurança jurídica e técnica.
Consequentemente, o objetivo é favorecer a entrada de investimentos privados e dar previsibilidade ao avanço de projetos sustentáveis.
Parceria com a Dinamarca mira impacto de longo prazo
A parceria coloca a energia eólica offshore no centro das estratégias de crescimento sustentável do Rio de Janeiro. Além disso, a Dinamarca é reconhecida internacionalmente como referência na geração de energia a partir do vento em áreas marítimas, o que torna o intercâmbio técnico estratégico e reforça a credibilidade do que está sendo desenhado no estado.
No entanto, o impacto anunciado é estrutural e de longo prazo: ao buscar base técnica, organização regulatória e qualificação profissional, o Rio amplia seu protagonismo no debate internacional sobre sustentabilidade e competitividade energética.
Fonte: Diário do Rio (publicado em 31 de janeiro).