O governo federal confirmou que o Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, será leiloado ainda no primeiro semestre de 2026. O projeto faz parte de um pacote mais amplo de concessões anunciado pelo Ministério de Portos e Aeroportos.
A informação foi divulgada pelo ministro Silvio Costa Filho, durante entrevista coletiva em que detalhou os planos do governo para ampliar a participação da iniciativa privada na infraestrutura do país.
Leilão do Galeão já tem data definida
Segundo o ministério, o leilão do Galeão está marcado para o dia 30 de março. O aeroporto é um dos principais terminais do país e atende voos nacionais e internacionais.
A concessão faz parte da estratégia do governo de transferir à iniciativa privada a gestão de grandes aeroportos, reduzindo a responsabilidade direta de estados e municípios sobre esses equipamentos.
Governo aposta em concessões para aeroportos
Além do Galeão, o Ministério de Portos e Aeroportos prevê o leilão de outros 20 aeroportos regionais ao longo de 2026. No entanto, o governo ainda não detalhou quais cidades ou estados serão incluídos nessa etapa.
De acordo com o ministro, a proposta segue o modelo adotado em leilões realizados no ano passado, com o objetivo de fortalecer a infraestrutura aeroportuária por meio de investimentos privados.
Outros leilões entram como pano de fundo
O anúncio do Galeão ocorre dentro de um plano mais amplo que prevê 40 leilões de infraestrutura em 2026. A agenda nacional inclui concessões de portos e um projeto hidroviário, espalhados por diferentes regiões do país.
Esses projetos foram citados pelo governo como parte do esforço para modernizar a logística brasileira, mas, até o momento, o Galeão é o único empreendimento confirmado no Rio de Janeiro.
O que muda para o Rio de Janeiro
Com o leilão do Galeão confirmado, o Rio de Janeiro passa a integrar oficialmente a agenda prioritária de concessões do governo federal em 2026.
Os detalhes do edital, incluindo exigências, investimentos previstos e prazos, devem ser divulgados nos próximos meses. A expectativa é que o processo tenha impacto direto na operação do aeroporto e na dinâmica do setor aéreo no estado.