Você provavelmente já conheceu alguém que tinha um dente de ouro. Próteses e coroas dentárias feitas com esse metal eram comuns no passado e hoje podem representar uma oportunidade pouco conhecida para quem tem peças antigas guardadas pela família.
O que é o chamado ouro odontológico?
O ouro odontológico é o metal utilizado na fabricação de coroas, pontes e próteses dentárias, principalmente até as décadas de 1980 e 1990. Ele era escolhido por sua durabilidade, resistência à corrosão e boa adaptação ao organismo.
Essas peças não eram feitas de ouro puro, mas de ligas metálicas que misturavam ouro com outros elementos. Ainda assim, o teor de ouro costuma ser significativo e pode ter valor comercial.
No vídeo abaixo, você pode conferir uma explicação de como o processo de criação do dente acontecia:
@onlinecast_ Como era feito o dente de ouro antigamente? #podcast #onlinecast #empreendedorismo #empreendendo #lentesdecontatodental #dentes #empreender
♬ som original – Online Cast
Por que dentes de ouro eram tão comuns no passado?
Durante muitos anos, o ouro foi considerado um dos melhores materiais para restaurações dentárias, especialmente em dentes posteriores. Ele não quebrava com facilidade e durava décadas, o que compensava o custo elevado.
Além da função prática, o dente de ouro também ganhou um significado estético e cultural em alguns períodos, sendo visto como sinal de status ou estabilidade financeira.
Quanto vale uma prótese ou coroa dentária de ouro?
O valor de uma peça de ouro odontológico depende de fatores como peso, teor de ouro na liga e cotação atual do metal. Em média, coroas podem conter entre 40% e 80% de ouro.
Na prática, uma única coroa pode valer de algumas centenas a alguns milhares de reais, dependendo da quantidade de ouro presente e do preço do grama no mercado.
O que fazer com peças antigas guardadas pela família?
Muitas famílias mantêm dentes de ouro guardados sem saber o que fazer com eles. Antes de qualquer decisão, é importante entender as opções disponíveis e avaliar se vale a pena vender ou manter como lembrança.
- Levar a um avaliador especializado: casas de compra de ouro ou joalherias podem analisar o teor do metal.
- Solicitar teste de pureza: o exame identifica quanto de ouro existe na liga.
- Acompanhar a cotação do ouro: o valor pode variar bastante conforme o mercado.
- Considerar o valor histórico ou afetivo: algumas famílias preferem preservar a peça.
- Evitar vendas informais: negociar apenas com estabelecimentos confiáveis reduz riscos.
Existe mercado para ouro odontológico hoje?
Existe, sim, um mercado ativo para o ouro odontológico, principalmente para reciclagem do metal. Empresas especializadas derretem as ligas e reaproveitam o ouro para joias ou uso industrial.
Esse mercado cresce justamente porque muitas dessas peças reaparecem em heranças ou reformas antigas, despertando interesse de quem busca transformar objetos esquecidos em dinheiro.
Vale a pena vender ou guardar?
A decisão depende do valor financeiro e do significado pessoal da peça. Para alguns, vender pode ajudar a resolver pendências ou gerar uma renda inesperada.
Já para outros, o dente de ouro representa memória familiar e acaba sendo preservado como um objeto simbólico. Avaliar com calma é a melhor forma de tomar uma decisão consciente.