
A empresa de monitoramento de vídeo Gabriel concluiu a realocação de mais de 400 câmeras que estavam instaladas em espaços públicos do Rio de Janeiro e de Niterói. Os equipamentos foram transferidos para áreas privadas dentro do prazo estipulado em um pedido formal feito pela Prefeitura do Rio.
Por que a Prefeitura determinou a mudança das câmeras
A determinação de retirada e reposicionamento foi baseada no entendimento de que a instalação de equipamentos por empresas privadas em áreas públicas depende de autorização e deve seguir critérios do município. A medida também foi associada a avaliações sobre interferência/impacto em vias públicas e à apuração de irregularidades discutidas em instâncias como a CPI das Câmeras.
Para onde foram as câmeras da Gabriel
Com a mudança, os equipamentos deixaram pontos em áreas públicas e passaram a ficar em imóveis privados. A própria empresa descreve seu modelo de instalação em propriedades com fachada para a rua (como casas, prédios e comércios), a partir de contratação pelo responsável legal do imóvel.
O que isso muda para moradores e para a cidade
- Uso do espaço público: a retirada reduz a presença de equipamentos privados em estruturas e locais públicos, alinhando-se a exigências de autorização e ordenamento urbano.
- Monitoramento em áreas privadas: o serviço pode continuar operando a partir de propriedades privadas, desde que devidamente contratadas e autorizadas.
- Debate sobre regulação e direitos: o caso reacendeu discussões sobre vigilância urbana, transparência e limites da atuação privada em monitoramento de rua.