Vereador Carlos Jordy questiona novo contrato de 15 milhões para publicidade

Foi publicado no diário oficial de hoje (26) o novo contrato firmado entre o Município de Niterói, através da Secretaria Executiva, e a empresa E3 Comunicação Integrada Ltda. Trata-se de um novo contrato de Publicidade com valor estimado em R$ 15.000.000,00 (Quinze Milhões de Reais) por um período de 12 meses.
Para o Vereador Carlos Jordy(PSC) os gastos com publicidade em Niterói estão muito altos, para ele esse valor poderia estar sendo investido em outras demandas mais importantes para a população. O Vereador destaca que até o final de 2018 a gestão atual terá gasto mais de R$ 75.000.000,00 (Setenta e cinco Milhões de Reais) com publicidade.
Vereador Carlos Jordy

“Desde 2014 até agora, contando contratos e posteriores aditivos, Niterói desembolsou mais de 60 MILHÕES somente com a Prole, empresa investigada na lava jato por caixa 2 nas campanhas de Pezão, Eduardo Paes e Rodrigo Neves.” lembra Jordy.

Jordy explica que fez um requerimento de informações no ano passado sobre o contrato, aditivos, notas fiscais e ordens de serviço da empresa Prole, mas segundo ele o requerimento sequer foi votado na Câmara. “Estamos encaminhando novo requerimento de informações, dessa vez para saber detalhes do procedimento licitatório para a contratação dessa nova empresa. Esperamos respostas. Destacando que o prefeito já é investigado pelo Ministério Público por não responder os requerimentos, o que ensejaria a cassação do mandato por infração político administrativa.” Explica o Vereador.

O Vereador Jordy ainda lembra que o atual Prefeito de Niterói, é réu em uma ação popular que tem por objetivo questionar contratos de publicidade da Prefeitura com a agência Prole. “Esperamos que a ação popular em tramitação na justiça prospere e que Rodrigo Neves seja obrigado a ressarcir os cofres públicos pelos recursos dados a Prole.” declara.

Vereador Bruno Lessa

O autor da ação popular foi o vereador Bruno Lessa (PSDB). Lessa pediu que todos os contratos e aditivos do município com a empresa Prole que já somam R$ 59,95 milhões sejam anulados. Também requereu a proibição de novos empenhos da prefeitura para a Prole e a suspensão da licitação em curso para a contratação de serviços de publicidade.


Entenda a ação popular aqui
 

Diário Oficial

 

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